quarta-feira, 5 de maio de 2010

Pilotos que disputarão a Air Race são apresentados sob forte calor no Rio

Foram apresentados oficialmente nesta quarta-feira, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro, os 15 pilotos que disputarão, nos dias 8 e 9 de maio, a etapa brasileira da Air Race, o campeonato mundial de acrobacias aéreas. O brasileiro Adílson Kindlemann, único latino americano a participar da categoria, não competirá. Sua aeronave não foi reconstruída após o acidente sofrido em Perth, na Austrália, em março. A reconstrução de um avião utilizado na Air Race dura cerca de três meses.
Sob forte calor, os pilotos foram apresentados pelo CEO da categoria, Bernd Loyd. Para o dirigente, a etapa do Rio de Janeiro é uma das mais atraentes da categoria, e que atrai mais público.

- Em 2007 foi um espetáculo no Rio com mais de um milhão de pessoas, e sabíamos que este era um lugar para onde certamente voltaríamos. O que posso dizer é que vai ser uma grande experiência para quem assistir, seja na terra, no ar ou pela televisão.

Para o inglês Paul Bonhomme, campeão mundial de 2009 e que venceu no Rio de Janeiro em 2007, o público carioca o impressionou.

- Estou esperando uma disputa muito difícil, mas espero ganhar novamente aqui no Brasil. É muito legal quando você sai do avião e vê a quantidade de pessoas que estão assistindo à disputa.

Alçarão voo no próximo fim de semana os pilotos Paul Bonhomme (GBR), Nigel Lamb (GBR), Hannes Arch (AUT), Matt Hall (AUS), Pete McLeod (CAN), Peter Besenyei (HUN), Kirby Chambliss (EUA), Matthias Dolderer (ALE), Michael Goulian (EUA), Nicolas Ivanoff (FRA), Yoshihide Muroya (JAP), Alejandro Maclean (ESP), Sergey Rakhmanin (RUS) e Martin Sonka (TCH).

O brasileiro Adílson Kindlemann, que mostrava-se um pouco desapontado por não poder competir diante de sua torcida. Mesmo fora da competição, Adílson preferiu comemorar sua presença na etapa brasileira, ainda que em terra firme.

- Estou feliz por estar aqui, são e salvo, e estarei me preparando para voar aqui no Rio novamente - disse o piloto, mesmo sabendo que a capital fluminense ainda não foi confirmada como sede de uma das etapas do Mundial de 2011.

A Air Race acontece neste sábado e domingo, a partir das 10h (de Brasília) e terá transmissão do SporTV e da TV Globo, dentro do Esporte Espetacular.

Entre o coração e o bolso, Tinga volta ao Brasil para fechar com o Inter

Paulo César Tinga, 32 anos, colocou a cabeça no travesseiro, olhou para o teto e ficou fazendo o cálculo imaginário do peso de duas situações: em um dos braços da balança, uma proposta fora do comum do Fluminense, o reencontro com o técnico Muricy Ramalho, a chance de ter nova experiência no Rio de Janeiro depois de passagem sem grande brilho pelo Botafogo; no outro braço, uma oferta menos pomposa do Inter, mas com a oportunidade de voltar a conviver com uma torcida que o idolatra, o sonho de vestir novamente uma camisa que ele tem como segunda pele. Entre o bolso e o coração, Tinga optará pelo segundo. Na semana que vem, ele desembarca no Brasil para assinar com o Inter.

O clube gaúcho não dá o acerto como definitivo. O empresário dele, Tadeu Oliveira, também toma todos os cuidados com as tratativas e sequer tira o Fluminense da parada. Ninguém quer colocar a carroça na frente dos bois. Mas Tinga vestirá vermelho. O anúncio oficial não acontecerá antes de sábado. O jogador ainda tem uma partida pelo Borussia Dortmund, clube da Alemanha que ele defendeu por cinco temporadas. E onde foi admirado. A história dele por lá terminará em jogo contra o Freiburg, fora de casa, que pode render classificação para a Liga dos Campeões da Europa – e, de quebra, um prêmio para o atleta. Tinga deve desembarcar em Porto Alegre na segunda-feira.
A única chance de ele não defender o Inter é pintar alguma proposta absurda, financeiramente, do Oriente Médio ou da Europa. Mas é improvável que aconteça.

- Não damos nada como certo ainda. Se chegar alguma proposta nova, o Tinga pode ir – disse o empresário dele, Tadeu Oliveira.

No Inter, Tinga não será o substituto de Sandro, que deixará o clube assim que estiver encerrada a participação colorada na Libertadores. Na visão da diretoria, ele é da função de Giuliano e Andrezinho, jogadores que conciliam capacidade criativa com poder de marcação. Em tese, o autor do gol do título da Libertadores de 2006 também não disputará posição com Guiñazu, apesar das semelhanças com o argentino. Eles atuarão juntos.

domingo, 25 de abril de 2010

Muricy Ramalho é o novo treinador do Flu


Final feliz para o torcedor do Fluminense: Muricy Ramalho é o novo comandante da equipe. Cinco dias após demitir Cuca, o Tricolor confirmou neste domingo a contratação do treinador de 54 anos, tricampeão brasileiro pelo São Paulo. O vínculo com o clube é válido até o fim deste ano, com opção de renovação por mais dois. A apresentação oficial acontece nesta segunda-feira. O horário e o local ainda estão indefinidos.

Sonho de consumo do presidente do patrocinador do clube, Celso Barros, Muricy Ramalho já teve conversas inicias com o Flu em outras ocasiões e chega ao clube acompanhado de seu auxiliar técnico Tata.

Demitido do Palmeiras após um início ruim no Campeonato Paulista, o técnico estava de férias há dois meses e a disponibilidade no mercado antecipou a saída de Cuca da equipe carioca. Internamente, a diretoria via esta como a oportunidade de ouro para contar com o “melhor treinador do país”.

- A chegada do Muricy representa o início de uma nova era no Fluminense. Trata-se de um treinador diferenciado e com um currículo incontestável, já que foi eleito o melhor técnico em quatro das cinco últimas edições do Campeonato Brasileiro (2005, 2006, 2007 e 2008). Com ele no comando da equipe, tenho certeza de que vamos dar à nossa torcida as alegrias que ela tanto merece -disse o vice de futebol, Alcides Antunes, em entrevista à assessoria de imprensa do Fluminense.

As negociações entre Flu e Muricy tiveram início oficialmente na última quinta-feira, quando o vice de futebol, Alcides Antunes, reuniu-se com o empresário Marcio Rivelino, em São Paulo. Ciente dos anseios do paulista, a diretoria formalizou uma proposta pautada não apenas na questão financeira, mas também na estrutura de trabalho, onde, além da garantia da permanência de Fred e Conca até o fim de 2010, o treinador recebeu promessas de centro de treinamento, entre outros fatores.

O CT preferido é o que vinha sendo utilizado pelo Vasco da Gama, na Barra da Tijuca. Entretanto, Muricy Ramalho não se privará de comandar atividades em Xerém enquanto o local não estiver pronto. Juntamente com o novo treinador chega apenas seu auxiliar técnico Tata. Ronaldo Torres, preparador físico, e Victor Hugo, treinador de goleiros, permanecem nas Laranjeiras.

Ramalhão assusta, mas Peixe reage e amplia sua vantagem na decisão


O Santo André assustou o Santos. Colocou o baladado time alvinegro na roda e deixou o Pacaembu mudo no primeiro tempo. Mas a alegria do Ramalhão durou apenas 45 minutos. O Peixe voltou a todo vapor para o segundo tempo e construiu sua vitória, por 3 a 2, neste domingo à tarde, primeira partida da decisão do Paulistão. As mais de 31 mil pessoas que foram ao estádio paulistano assistiram a um jogaço, que aumentou a vantagem santista. No próximo domingo, também no Pacaembu, o Alvinegro fica com o título mesmo perdendo por um gol.
O Santo André passou a semana quietinho, só vendo todo mundo badalar o Santos. Melhor time do Brasil, com um ataque que, até o início desta partida, havia marcado 93 gols no ano, o Peixe atropelaria o Ramalhão. Essa era a tônica das análises feitas durante a semana. Mas o futebol prega peças e a torcida alvinegra, que lotou o Pacaembu, assistiu, atônita, o time do ABC acuar o Peixe, com marcação forte e contra-ataques muito rápidos.

O Santos até deu pinta de que estava com muito apetite e, logo no primeiro minuto, andou perto de balançar as redes quando o Wesley recebeu passe de calcanhar de Robinho e mandou a bomba, obrigando o goleiro Júlio César espalmar. Mas o time da Vila Belmiro parou por aí. O Santo André, com uma formação bem consistente, marcando Neymar e Robinho implacavelmente, controlou o jogo no meio de campo. Neymar, aliás, levou uma dura entrada por trás de Rômulo, torceu o tornozelo e sumiu. Sentindo muitas dores, o garoto foi apenas uma sombra em campo na etapa inicial.

No início, o Santos tentou marcar os meias Branquinho e Bruno César. Até conseguiu em alguns momentos. O problema é que os volantes do Ramalhão têm muita qualidade e, livres, saíram para armar o jogo. Alê e Gil chegavam ao ataque com disposição e, quando os meias conseguiram se livrar, a equipe do ABC chegava com até seis jogadores no ataque. O Peixe provava do seu próprio veneno.
Bem superior em campo, o Santo André martelava o gol defendido por Felipe. Aos 20, Branquinho desceu pela esquerda cortou Pará e chutou cruzado. Felipe espalmou. O Santos tentava se valer de algum contra-ataque, mas somente aos 29 minutos é que voltou a ameaçar. Neymar foi lançado na direita e pedalou em cima de Toninho, que o derrubou na área. Houve o pênalti, mas o árbitro Paulo César Oliveira ignorou.

Essa investida do Santos foi um lance isolado. O Santo André continuava melhor e o gol, que parecia inevitável, acabou saindo aos 34 minutos. Branquinho, cobrando falta da meia direita, acertou o canto direito de Felipe, que foi na bola, mas não conseguiu alcançar. Em seguida, quase saiu o segundo. Aos 37, Edu Dracena saiu jogando errado e entregou a bola para Nunes, que rolou para Rodriguinho. O artilheiro recebeu, girou e chutou por cima do gol.

O Santos estava atordoado, mas ainda conseguia ser perigoso quando acertava os passes. Aos 43, Léo fez ótima jogada pela esquerda, entrou na área e rolou para Robinho. O atacante dominou, já perto da pequena área, e chutou, mas pegou torto e errou o alvo.

Na volta do intervalo, o técnico Dorival Júnior resumiu bem o desempenho do Santos no intervalo e cobrou a equipe.

- O nosso time não veio a campo, não compareceu. Vamos para esse segundo tempo como se fosse o primeiro tempo.

E finalmente o Santos entrou em campo. Com André no lugar de Neymar, que sofreu uma lesão no olho no primeiro tempo e teve de ser levado ao hospital, o Alvinegro ganhou presença de área. Além disso, Ganso também passou a jogar muito. Desfilando no meio de campo, acertando passes improváveis, o meia tomou conta do jogo.

O que se viu até os 24 minutos, quando o Santos marcou o terceiro gol, foi um massacre. Acuado dentro de sua área, o Ramalhão via homens de preto e branco surgindo de todos os lados. Aos 13, Ganso fez linda jogada pela ponta esquerda e levantou na cabeça de André, que só completou para o gol. Logo em seguida, aos 16, Robinho, que teve um primeiro tempo apagado, acertou grande lançamento para Wesley, que desceu pela direita, invadiu a área e chutou no canto direito de Júlio César.

A virada santista deixou o Ramalhão bastante assustado. O time do ABC tentava sair do sufoco, mas mal passava do meio de campo. O Santos não deixava. Aos 24 saiu o terceiro, numa linda triangulação. André tocou de calcanhar para Wesley, que jogou para Robinho e se projetou pela direita. O Rei das Pedaladas dominou e devolveu certinho. Wesley desceu e bateu forte. A bola ainda desviou em Júlio César antes de entrar.

A situação do Santo André ficou ainda mais complicada quando Toninho, aos 29 minutos, fez falta dura em André. Como já tinha o amarelo acabou expulso. No entanto, o Ramalhão mostrou ser um time valente. Mesmo com um a mais e correndo sério risco de levar uma goleada nos contra-ataques, foi para cima e, aproveitando-se de um relaxamento do time santita, acabou premiado com um golzinho. Aos 37, Gil chutou a bola na trave. Na volta, ela bateu em Rodriguinho e voltou para a rede.

O Ramalhão, na base da empolgação, abandonou a defesa e se mandou para o ataque, deixando enormes espaços para o Peixe. O jogo se tornou lá e cá: franco, totalmente aberto, eletrizante.

Domingo que vem tem mais.

Quase lá! Grêmio faz 2 a 0 no Beira-Rio e fica muito perto do título estadual

Dizem que gol marcado fora de casa vale o dobro em finais como essa do Campeonato Gaúcho, com saldo qualificado. Até pode ser, mas não em um Gre-Nal. No clássico gaúcho, não há números que possam dar o real valor de dois gols feitos na casa do rival. Não há balança que calcule o verdadeiro peso do gol que Rodrigo marcou para o Grêmio aos 22 minutos do segundo tempo no Beira-Rio, neste domingo, no primeiro jogo da decisão estadual (veja no vídeo). Nada pode dar a dimensão verdadeira do significado do gol de Borges já perto do fim da partida. Na frieza dos números, significa que o Tricolor bateu o Inter por 2 a 0 e colocou a mão na taça do Gauchão. Na emoção de um dos maiores clássicos do planeta, é muito mais. A semana é toda dos gremistas.

Foi justo. O Grêmio segurou a onda do Inter no primeiro tempo e foi superior ao rival na etapa final. Deu um passo gigantesco para dois feitos determinantes: a conquista do Campeonato Gaúcho e da confiança de uma torcida ainda ressabiada. Foi uma vitória em letras garrafais do time de Silas, que pode até perder por um gol no Olímpico.

Por mais difícil que seja, os gaúchos agora precisam esquecer o clássico. O Inter viaja já nesta segunda-feira para a Argentina, onde enfrenta o Banfiel na quarta, pelas oitavas de final da Libertadores. O Grêmio, na quinta, visita o Fluminense pelas quartas de final da Copa do Brasil.
Ora o equilíbrio, ora o Inter em vantagem, ora o Grêmio mais à frente. Foi um primeiro tempo de oscilação no Gre-Nal 380. As duas equipes, como se tivessem combinado antes, fizeram um revezamento no domínio das ações: um pouco um, outro pouco o outro, tudo bem dividido, sem aquele egoísmo de uma equipe amassar o oponente, passar o tempo todo no campo de ataque dele, se sentir dona da bola. Foi um bom primeiro tempo.

Os rivais foram a campo com desenhos parecidos: dois volantes, dois articuladores, dois atacantes. Também se assemelharam na lateral esquerda. O Inter, sem Kleber, optou por Juan, um garoto, zagueiro de origem. O Grêmio, com a ausência de Fábio Santos, fez o mesmo com Neuton. Passou pela semelhança das duas equipes o equilíbrio da etapa inicial.

O jogo começou estudado, como costuma acontecer em Gre-Nais. O Tricolor buscou a jogada aérea e viu a zaga colorada se atrapalhar, mas não a ponto de entregar o doce para o rival. O Colorado preferiu acelerar o jogo e arriscar a gol. Com sete minutos, Walter mandou na trave, Alecsandro aproveitou o rebote e fez o gol, mas o lance foi bem anulado por impedimento. D’Alessandro também tentou de longe, mas para fora.

Aí o Grêmio cresceu. E não largou na frente por muito pouco. Quando a bola caiu nos pés de Borges, livre pela esquerda, já teve colorado pensando na necessidade de o Inter buscar o empate, porque parecia gol certo. O centroavante gremista ficou frente a frente com Pato Abbondanzieri. Um contra o outro, olho no olho, um duelo individual, quase uma batalha daquelas de faroeste, mas reduzida a dois ou três segundos. E Borges perdeu. Chutou em diagonal, cruzado, para fora
O Grêmio mostrava a cara. Hugo, de cabeça, fez o Beira-Rio suspirar em um respiro de alívio coletivo. A bola passou muito perto. E teve o lance de Jonas, que recebeu na direita, viu dois marcadores passarem reto por ele em um carrinho que parecia sincronizado e mandou o chute. Abbondanzieri defendeu.


E então foi a vez do Inter. Quando o Grêmio tinha o controle do jogo, o Colorado já havia ameaçado com Walter, em uma daquelas pancadas de dar pena da pobre da bola. Victor voou bonito para espalmar. Na cobrança de escanteio, após bate-rebate, Sorondo quase marcou. Edílson cortou sobre a linha.

O Inter fincou posicionamento em campo, distribuiu seus meias, liberou mais o garoto Juan, resolveu correr o risco que o Beira-Rio exige. Foi ao ataque. O Grêmio, bem postado, não deu mole para o rival. Sandro, em cobrança de falta, quase fez golaço. Andrezinho passou por cima da bola, D’Alessandro deu um toquezinho nela e Sandro mandou a pancada. A bola lambeu o travessão de Victor. Quase.

Já viu Gre-Nal sem confusão, mesmo que leve? Pois aconteceu de novo. Ao ver a bola pipocando dentro da área do Grêmio, sem dono, Alecsandro se atirou nela com as pernas. Rodrigo chegou antes e foi atingido. O choque revoltou o zagueiro tricolor, que deu empurrão no centroavante vermelho. Os jogadores dos dois times foram para dentro da área azul. D’Alessandro soltou suas resmungadas habituais. Alecsandro e Rodrigo levaram cartão amarelo. E ficou nisso.


O Grêmio voltou mais elétrico do intervalo. Jogou como se estivesse em casa, circulou no campo de defesa do Inter e arriscou a gol. A torcida colorada se irritou. Leandro, com cinco minutos, apareceu na área para completar cruzamento de Neuton. Só não fez porque a zaga apareceu bem para travar.

Jonas, logo depois, criou outra ótima chance para a equipe de Silas. Ele recebeu pela esquerda, deixou Nei andando feito barata tonta e mandou o chute cruzado. A bola bateu no poste direito de Abbondanzieri. E saiu.

O Grêmio clamava pelo gol. Edílson cobrou falta aos 18, Jonas desviou no pé da trave, e a bola voltou em Willian Magrão antes de sair. O Inter dava sua contrapartida com Walter. Em duas pancadas, ele deixou Victor com os cabelos ainda mais em pé. O goleirão espalmou duas: uma pelo alto, outra rasteira.

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Gre-Nais costumam contrariar os ditados populares, mas não foi o caso deste domingo. Rodrigo, aos 22 minutos, em um cabeceio que pode muito bem ser chamado de tiro, flechada ou pedrada, colocou o Grêmio na frente! Foi um ato de justiça. O Tricolor merecia o gol.

E ainda fez outro. O Inter, com a desvantagem, foi para o ataque de qualquer jeito. Deu ao Grêmio as condições de praticamente matar a decisão. Fábio Rochemback bateu falta e Borges, de cabeça, completou. Outro belo cabeceio. Outro gol. As portas do museu gremista estão abertas para mais um troféu.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Atalhos para o Firefox

Mozilla Firefox

O Firefox é um browser, que tem vindo a conquistar mais internautas, e é uma boa alternativa ao conhecido Internet Explorer. Para quem desejar explorar esta aplicação, aqui fica uma lista dos atalhos mais importantes:

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  • Abrir página num novo separador Ctrl + T

Raça da Meia-Noite - vol 6 - Cinzas da Meia Noirt - Lara Adrian

Uma mulher impulsionada pelo sangue. Um homem sedento de vingança. Um lugar onde convergem a escuridão e o desejo…
Quando cai a noite, Claire Roth foge de sua casa, impulsionada por uma feroz ameaça que parece ter saído do próprio inferno. Então, de entre as chamas e as cinzas, aparece um guerreiro vampiro. Ele é Andreas Reichen, seu antigo amante, agora um estranho consumido pela vingança. Apanhada no fogo cruzado, Claire não pode escapar de sua fúria selvagem, nem da fome que a arrasta a seu mundo de eterna escuridão e infinito prazer.
Nada impedirá Andreas de destruir o vampiro responsável pelo massacre de seus irmãos da Raça… mesmo que isso signifique utilizar sua ex-amante como isca em sua mortífera missão. Vinculada pelo sangue a seu perigoso adversário, Claire pode conduzir Andreas até o inimigo que busca, mas é um caminho repleto de perigos… e de profundos e inesperados prazeres. Pois Claire é a única mulher que Andreas não deve ansiar, e a única a que amou. Inicia-se assim uma perigosa sedução que confunde a linha que separa à presa do predador, e aviva as chamas de uma ardente paixão que pode consumir tudo em seu caminho…

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